terça-feira, 24 de novembro de 2009

Projeto “Escola e Comunidade na Inclusão Digital”.

Percebendo a necessidade e importância de incluir a comunidade do bairro Severiano Moitinho na inclusão digital, por ser um bairro carente com grandes dificuldades ao acesso tecnológico, decidimos juntamente com a comunidade escolar e associação de bairro para elaborar o Projeto “Escola e Comunidade na Inclusão Digital”.

domingo, 27 de setembro de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

INCLUSÃO DIGITAL NAS ESCOLAS.






Entendia que inclusão digital eram as pessoas terem acesso as maquinas, hoje vejo que só ter acesso não é suficiente, e sim inclusão digital é ter as maquinas em suas mãos e também ser incluído no mundo digital,entendendo, compreendendo, construindo o conhecimento no mundo digital.

Segundo Bonila,(INCLUSÃO,2009,p.3),Na verdade ,as próprias escolas públicas enfrentam grandes dificuldades de ordem estrutural, pedagógica e tecnológica .Poucos alunos têm acesso aos computadores em suas escolas .


Per sebo que nem só os nossos alunos vêm tendo pouco acesso aos computadores, em nossas escolas, muitos professores também sofrem com isso, pois em seu local de trabalho não tem disponibilidade de maquinas para os professores, em algumas escolas ate que tem, mas é uma grande disputa com a equipe gestora das escolas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

domingo, 12 de julho de 2009





AMIGAS PARA SEMPRE.BJS





FOTOS DO SEMINARIO DE ENCERRAMENTO DO CICLO DOIS,FOI D ++++++++++++



FOTOS DA ATIVIDADE TERTULIA,COM O PROFESSOR MARIELSON,NA BIBLIOTECA DA UFBA/IRECÊ.

terça-feira, 7 de julho de 2009

segunda-feira, 6 de julho de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Introdução:

O conhecimento dos níveis de aprendizagem da criança é de fundamental importância, para a preparação de atividades e métodos que estimulem a reflexão e o conhecimento sobre o sistema de leitura e escrita.
Acreditando que, os níveis estruturais da linguagem explicam as diferenças individuais e o ritmo de cada aluno, e com o propósito de investigar questões que envolvem o processo de alfabetização nas séries iniciais do ensino fundamental I. Principalmente, as hipóteses de leitura e escrita construídas por crianças do 2º ano, da Escola Municipal Duque de Caxias, planejamos uma atividade cujo objetivo era fazer com que os alunos construíssem coletivamente novas concepções sobre o sistema de escrita.
Para seguir os pressupostos das teorias desenvolvidas por Emilia Ferreiro, que se fundamenta nas concepções construtivistas/interacionistas de Vygotsky e Piaget, organizamos uma atividade com o intuito de favorecer a reflexão da criança sobre a escrita, pois acreditamos que a aprendizagem se dá através da ação e reflexão, “é pensando que se aprende”.
Percebemos ao longo de nossas discussões, que a alfabetização não finaliza ao término de uma primeira série do ensino fundamental (alfabetização), mas, se estende por todo contexto escolar, principalmente no I ciclo. Deste modo escolhemos o 2º ano (1ª série), por ser uma turma de aproximadamente 20 alunos não alfabetizados e com hipóteses heterogêneas.
O referido relatório apresenta a atividade e estratégias utilizadas pelo grupo na realização da atividade, bem como conclusão e reflexão.







Escola Municipal Duque de Caxias
Professora: Anair Sena Dourado
Número de alunos: 20
Turma: 2º Ano B vespertino
Plano de aula

Atividade I: Sondagem Diagnóstica
Objetivo:

• Que os alunos possam refletir sobre a escrita, registrando as palavras solicitadas, com autonomia.

Desenvolvimento:

Pedir aos alunos (individualmente) que registrem e leiam as palavras ditadas pela professora.
• LAPISEIRA
• CADERNO
• LIVRO
• GIZ
Frase:
• COMPREI O CADERNO NA PAPELARIA.

A partir dessa atividade percebemos quantos alunos tinha em cada hipótese, para a partir daí, podermos realizar a atividade 2 realizando os agrupamentos adequados.
A turma é composta de 20 alunos, mas no dia 23 de março de 2009, dia que realizamos a atividade só estavam presentes 16. Desses 16 concluímos o seguinte:
• 2 alunos com hipótese pré-silabica
• 5 alunos com hipótese silábica com valor
• 4 alunos com hipótese alfabética alfabética
• 4 alunos com hipótese alfabética inicial
• 1 aluna com hipótese alfabética pos inicial

Levando em conta as hipóteses dos alunos ficou mais fácil fazer os agrupamentos.

Atividade 2: Escrita de uma parlenda conhecida
Duração aproximada: 25 minutos
Objetivo:
Que os alunos a partir dos desafios propostos possam refletir coletivamente sobre a escrita.
OBS: Utilizamos a mesma parlenda sugerida pela professora Giovana Zen, apenas com uma diferença, no lugar da palavra MOÇO, colocamos MOÇA.

REI, CAPITÃO
SOLDADO, LADRÃO
MOÇA BONITA
DO MEU CORAÇÃO

Materiais a serem utilizados:
• Letras móveis
• Cola
• Cartolina ou papel ofício

Problemas que devem ser colocados para os alunos
• Escolher quantas e quais letras a serem utilizadas na escrita.
• Refletir sobre escolhas diferentes para a mesma necessidade.
• Interpretar a própria escrita, justificando para si e para o outro as escolhas feitas ao escrever.

Agrupamentos:

• 2 duplas formadas com pré-silabico e silábico com valor;
• 4 duplas formadas com silábico alfabético e alfabético inicial;
• 1 dupla formada com silábico com valor (em transição para silábico alfabético) e alfabético inicial;
• 1 dupla silábica com valor nas vogais e silábicos com valor nas consoantes.

Procedimentos da (as) professora (as):

• Garantir que os alunos saibam o texto de cor;
• Organizar os agrupamentos de acordo com as hipóteses e fazer intervenções adequadas para cada dupla conforme o nível;
• Esclarecer as diferentes funções do trabalho em dupla;
• Ajustar o nível do desafio às possibilidades dos alunos, para que tenham problemas a resolver.
• Informar que não poderão sobrar palavras, pois todas pertencem a parlenda.

Procedimentos dos alunos:

• Saber o texto de cor.
• Escrever o texto em dupla, considerando as diferentes funções dos integrantes.
• Discutir com o colega as diferentes formas de resolver os problemas propostos na atividade.
• Socializar os resultados.
Distribuir para cada dupla as letras móveis, deixando claro, a proposta da atividade através dos procedimentos.

Diagnóstico da turma:

Segue em anexo tabela com o nível de escrita individual e amostras de cada escrita/hipótese de escrita.

Considerações finais:

Depois de realizadas as atividades com os alunos, nos reunimos para discutir as observações feitas por cada uma de nós. Chegamos à conclusão que os grupos de alunos alfabéticos e silábicos alfabéticos tiveram poucas dificuldades ao montar o texto. Nos momentos em que percebíamos erros ortográficos ou falta de segmentação, fazíamos intervenções que levavam os mesmos a refletirem sobre a escrita e até mesmo questionarem uns aos outros.
Professora: - leiam esta primeira frase. “REI CAPITÃO”.
Grupo: - Rei Capitão.
Professora: - E Rei Capitão é uma única Palavra?
Grupo: - Não!!!
Professora: - São quantas palavras?
Grupo: - duas!!!
Professora: - quando são duas palavras, elas são escritas juntas?
O qrupo entra em conflito, mas chegam à conclusão de que são separadas.
Professora: Já que são separadas, qual a primeira palavra?
Grupo: - REI!!!!
Professora: - E REI vai até aonde? E agora, vocês vão fazer o quê?

Após realizarem a primeira separação de palavras, não foi necessário muitas intervenções nas próximas frases. Outro ponto interessante foi o momento que eles sentiram falta da acentuação em capitão, ladrão, coração e moça . Teve uma dupla ainda de silábico alfabético e alfabético inicial que demonstrou dificuldade com a palavra SOLDADO, se iniciava com S ou com C e também no uso do l ou U.
Já nas duplas de silábicos sem valor sonoro e silábico com valor sonoro, as intervenções foram feitas de forma diferenciada, enfatizando a sonoridade silábica, para que eles percebessem que a sílaba é formada de duas ou mais letras. A dificuldade maior foi iniciar o texto, já que na palavra REI o E é mudo, deste modo tivemos que explicar algumas pequenas regras de escrita, tirando “em parte” a possibilidade de uma reflexão maior. Compreendemos também que por estarem com hipótese SSV e SCV, seriam quase que improvável compreenderem a existência de E. Sentimos que para essas duplas a atividade foi bem mais desafiadora.
Ao analisarmos as atividades desenvolvidas pelos alunos, percebemos o quanto é gratificante compreender o processo pelo qual nossas crianças passam rumo a construção do sistema de leitura e escrita. Percebemos ainda, os pequenos, porém significativos avanços de “nossos” alunos, e isso graças a este estudo que nos incentivou a ter um olhar mais cauteloso, respeitando a individualidade de cada criança, e também a nossa postura investigativa sobre as atividades no momento em que estavam sendo realizadas.
Hoje sabemos que as crianças constroem respectivamente conhecimentos sobre a escrita e a linguagem que se escreve, porém alfabetizar não é tarefa fácil. Um desafio que requer do professor um trabalho sistemático com planejamento e metodologias que respeitem a individualidade dos alunos. Além disso, é importante o conhecimento sobre as teorias e atualização em relação a práxis pedagógica, sem se esquecer que o amor pela profissão, a paciência e a dedicação, são ingredientes fundamentais para se alcançar os objetivos almejados.



quarta-feira, 1 de julho de 2009

SÃO JOÃO É EM IRECÊ,FOTOS DO DESFILE DAS CARROÇAS,ABERTURA DO
SÃO JOÃO.